GineHistória

O Cantinho da História

A evolução política de Roma 13 de Maio de 2009

Filed under: Uncategorized — filipa92 @ 19:46

    Roma Antiga é o nome dado à civilização que se desenvolveu a partir da cidade de Roma, alicerçada na Península Itálica durante o século VIII a.C.. Durante os seus doze séculos de existência, a civilização romana transitou da monarquia para uma República oligárquica até se tornar num vasto Império que dominou a Europa Ocidental e ao redor de todo o mar Mediterrâneo através da conquista e assimilação cultural. No entanto, muitos  factores sociais e políticos levaram à queda do Império. Este, por sua vez, foi dividido em dois. A parte Ocidental, onde estavam incluídas a Hispânia, a Gália e a Itália; e a parte Oriental, governada a partir de Constantinopla, também conhecida como Império Bizantino a partir de 476 d.C., data da queda de Roma.  A civilização romana é tipicamente inserida na chamada Antiguidade Clássica, juntamente com a Grécia Antiga, que muito inspirou a cultura deste povo. Roma contribuiu muito para o desenvolvimento do mundo ocidental de várias áreas de estudo, como o direito, teoria militar, arte, literatura, arquitectura, linguística, e a sua história persiste como uma grande influência mundial, mesmo nos dias de hoje.

    Nos primeiros tempos Roma foi governada por 7 reis (monarquia), desde 753 a.C., data tradicional da fundação, até 509 a.C., data em que Tarquíno, o Soberbo, foi expulso, sendo abolida a realeza.  Instaurada a República em 509 a.C., o poder foi partilhado por vários magistrados, destacando-se os cônsules que dirigiam os negócios públicos de Roma, chefiavam o exército e propunham as leis.Além dos cônsules havia outros magistrados:

→ Censores: encarregavam-se do recenseamento da população e vigiavam o cumprimento dos costumes.

→ Pretores: administravam a justiça.

→ Edis: dirigiam o abastecimento, policiamento, limpeza e manutenção dos edifícios.

→ Questores: administravam as receitas e despesas do estado.

→ Os magistrados eram eleitos por assembleias de cidadãos, os comícios: das Centúrias (formados pelos cidadãos de acordo com a sua fortuna); e das Tribos ( de acordo com a sua residência).

 

    O Senado era uma assembleia formada por antigos magistrados. Era o órgão político mais importante da República. Tinha poderes fiscalizadores, para além de decidir sobre assuntos de política externa, justiça, assuntos financeiros, religiosos e militares.

    À medida que as conquistas se foram sucedendo e as fronteiras territoriais se foram alargando, as lutas e rivalidades internas foram se intensificando de igual modo.  Travaram-se muitas lutas e mesmo guerras civis, até que, em 27 a.C.,  o Senado concedeu plenos poderes ao imperador  Octávio  (63 a.C. -14 d.C.) que a partir de então recebe o nome de Augusto.

  O imperador concentra todos os poderes:        

• Dirige a política externa e a administração pública.                 

• Dirige as finanças  públicas.      

• Fiscaliza a justiça.      

• Comanda o exército.   

•É o supremo sacerdote. 

 Em suma, a autoridade suprema: propõe os nomes dos magistrados, convoca os comícios e o senado, nomeia os funcionários superiores.

    Devido a várias confusões e guerras, no período imperial, impôs-se o culto ao imperador.  O imperador passou a ser divinizado e cultuado como um deus, e erguendo-se-lhe templos. Com isto tudo passou a usar o título de Augusto, que tem como significado Divino. Passou a dirigir toda a actividade religiosa como supremo sacerdote. O culto ao imperador contribuiu para a unificação religiosa e religiosa do império. 

 

Trabalho realizado por:

Rita Gaspar nº5

Cátia Batista nº7

João Aranha nº 15

Joana Bento nº11

Maria Inês nº 17

About these ads
 

 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.